Por que acreditar em Papai Noel?

Depois de ler, por diversas vezes, o Monólogo de Natal de Aldemar Paiva(*), eu fique filosofando sobre o “bom velhinho” e as suas significações. Portanto, ao pensar sobre o Papai Noel, eu me perguntei: quem és tu? O que seria você? O porquê de você “existir”? O que você representaria de fato? A sua lembrança acontece no Natal. Uma data simbólica de nascimento e recomeço. Um período que invoca reflexões e demanda uma oferta de bondade. Ele, um velhinho bondoso, que distribui presente e enche as pessoas de alegria. Na maioria das vezes, a sua função é ofertar esperança e…

0 Comentários

Eu estou vivo…

  Quando os amigos mais próximos me perguntam o porquê do Jiu-Jitsu, sobretudo nesse momento da minha viva, eu respondo que estou vivo. De fato, não esperava essa grata e prazerosa surpresa na minha vida. Algo que fosse capaz de mesclar atividade física, bem estar, amizades, disciplina e foco. O Jiu-Jitsu, realmente, tem me ofertado tudo isso e, por esse motivo, o indico a todos que tenham motivação e possibilidade de praticá-lo.   Dentro desse contexto, eu novamente me peguei a pensar sobre o ato de viver. Então, pergunto-vos: o que seria estar vivo? Muitos vivos já estão mortos e…

0 Comentários

“A força do amor vai nos salvar”

Há algum tempo eu estou preso a leituras cuja temática versa sobre a maldade humana. Para tanto, eu estou esmiuçando, concomitantemente, três livros: O Discurso do Ódio (André Glucksmann), O Efeito Lúcifer (Philip Zimbardo) e o Holocausto Brasileiro (Daniela Arbex). Nessas obras, a maldade humana é o ponto chave das reflexões. A pergunta de Zimbarbo faz todo o sentido: como pessoas boas se tornam más? Confesso que isso me intrigou e me trouxe certa angústia. A maldade está muito próxima de nós! Em meio a essa minha dor existencial, eis que vejo o Leozinho correndo pela casa com uma fantasia de…

0 Comentários

Fotos da nossa infância

  Como é interessante perceber que todos nós temos fascínio pelas nossas imagens da infância. Namoramos, nostalgicamente, todas elas. Quem sabe, isso tenha uma fundamentação filosófica e psicanalítica. É muito mais do que meras recordações e lembranças. Na verdade, é um resgate de nós para nós mesmos. É como se fosse o adulto de hoje dizendo para aquela criança de outrora que “muita coisa boa, bela e pura se perdeu no meio do caminho do envelhecer”. Por isso, gostamos de admirá-las e, em tempos de mídias sociais, de postá-las. Com o avanço dos anos, crescemos em muitos aspectos, contudo nos…

0 Comentários

Inebriado pelo niilismo

  Percebo-me mergulhando num niilismo perigoso, pois o vazio ético, tão comum às relações humanas do momento, alimenta-o em mim. Tento me desapegar, mas, quando olho criticamente para mim e para fora, eu vejo a nossa espécie – o ser humano. Uma espécie que, infelizmente, tem tendido a esquecer o outro e o semelhante. Uma espécie que esquece da alteridade como fundamento. Parece que, de fato, somos anjos decaídos que cobiçam cada vez mais. Para alcançar esse “mais”, passamos, simplesmente, por cima de tudo e de todos. Quem sabe por causa disso eu sonho com heróis justos e bondosos. No…

0 Comentários

Falta de tempo…

Quando alguém diz que não tem tempo para determinada coisa, ela está falando que não tem motivação. Daí usa a dimensão temporal para se justificar, inclusive para ela mesma. Motivação é avidez por mudar, por querer e por desejar. Sem essa avidez (motivacão) nos tornamos seres inertes e preenchidos por essa “falsa falta de tempo”. Quem está motivado encontra o tempo dentro do seu tempo. Bom dia Régis Barros ← Post Anterior Próximo post →

0 Comentários

A dor emocional

“A dor emocional (depressiva, ansiosa e psicótica) é a pior das dores da existência humana, pois dói na alma, no corpo, na mente, no consciente, no inconsciente e atinge, inclusive, o inexistente.” Régis Eric Maia Barros ← Post Anterior Próximo post →

0 Comentários

Dois tipos de pessoas

Há pessoas que esqueceram tanto de viver que morreram em vida, mas, ainda, não notaram… Há pessoas cuja morte se anunciou em breve, mas são tão vivas que nunca morrerão… Sempre, há pessoas de um jeito ou de outro. Régis Eric Maia Barros ← Post Anterior Próximo post →

0 Comentários