Na calada da noite…
No domingo, ao final do dia, o meu telefone tocou. Mais especificamente às 23:45h. Quando atendi, quem me ligou se apresentou. Um paciente antigo que já não mais estava em acompanhamento comigo. De forma angustiada, ele disse que precisava conversar e queria um aconselhamento meu. Ele não estava chorando, mas percebi que, pelo embargar da sua voz, isso estava prestes a acontecer. Conversamos. Ele sempre foi muito objetivo, portanto aquela ligação não foi demorada. Eu o acolhi e o aconselhei como ele pediu no começo da ligação. Ao final, eu pontuei que estava preocupado com ele e sugeri que ele…