Por que eu escrevo?

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Hoje, por whatsapp, fui questionado sobre a minha produção incessante no ato de escrever. Ou seja, perguntaram-me: “por que você escreve tanto?”

Respondo:

Eu escrevo, porque escrever permite-me entender – uma busca do meu entendimento e do mundo. Eu escrevo para mim, pois, assim, dou significados às incertezas e dúvidas. O produto poderá ser usado por quem me ler, caso encontre reverberação emocional nos meus conteúdos escritos. Eu escrevo, porque, ao escrever, sinto-me vivo, vivaz e com vivacidade para construir coisas boas nesse mundo, ora penoso. Eu escrevo para materializar meus sentimentos. Tudo que está nos meus escritos transborda afetos. Sejam crônicas, prosas, poesias, filosofia, artigos políticos ou científicos, tudo é feito e movido pelo sentimento e propulsionado pelo desejo de maior harmonia. Eu escrevo para fazer valer minha vida. Sei que não é possível, mas, por mim, eu escreveria um texto para cada batida do meu coração. Enfim, ainda quero continuar escrevendo até onde não suportar mais…

Régis Barros