Por que e para que existimos?

Veca e as crianças
As perguntas iniciais do pensar filosófico sempre me fascinaram. Refletir sobre aquilo que é plenamente desconhecido configura uma tarefa de sobrevivência. Daí, quando questionamos os fatos primários da vida, nós respondemos muito sobre a nossa existência. Essas respostas buscam fornecer um sentido à nossa própria vida.

Entendo que viver transcende a vida fisiológica e os condicionamentos dos comportamentos da rotina. Viver representa uma descoberta constante e crescente. Viver é um encontro consigo o que permite manter a certeza de que vale a pena continuar existindo. Nós devemos nos descobrir potencializando o máximo de conforto psicológico na nossa vida.

Diante de tudo, hoje, acordei com o seguinte questionamento martelando na minha mente:

Por que e para que eu existo?

Uma pergunta com riqueza de metafísica e de difícil resposta. A minha existência deve acontecer para enamorar com aquilo que alimenta a minha vida. A minha existência só tem lógica se eu sentir que a felicidade do acontecer está além de mim. A minha vida não será animalesca se, ao analisá-la e vivenciá-la, eu perceber que o meu amor se alimenta do amor do outro.

A foto anexada aqui responde o parágrafo filosófico acima. É por eles e para eles que eu existo. Somente eles são capazes de manter a minha chama pela vida. O amor bidirecional dessas relações é o combustível de tudo. Sou, apenas, um comburente e a força motriz vem desse combustível. Sem ele, esse que vos escreve deixará de ter a velocidade e a busca da plenitude que é uma marca do meu existir.

Régis Eric Maia Barros