Fé e filosofia – aproximações e rompimentos

 

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Compartilho uma pequena reflexão filosófica

De fato, alguns filósofos podiam não acreditar na existência de Deus, contudo alguns deles respeitavam, sobremaneira, a própria crença da sua existência. Assim, Descartes, usando argumentos cartesianos, refletiu:

“Ainda que a ideia de substância esteja em mim, pelo próprio fato de ser eu uma substância, eu não teria, todavia, a ideia de uma substância infinita. Eu que sou um ser finito, se ela não tivesse sido colocada em mim por alguma substância que fosse verdadeiramente infinita”.

Enfim, analisando a finitude dos humanos e a infinitude do divino, foi possível, pelo lógico e não pela fé, filosofar sobre a existência de Deus. Aqueles filósofos e os seres filosofantes (por exemplo, eu) que absorvem a fé nos seus postulados acabam por valorizar outros princípios além da razão e, consequentemente, a existência divina é analisada por eles como fato concreto e necessário.

Independente disso, o fascinante é que, mesmo vivendo numa era tecnológica e de ciência expressiva, os conteúdos sobre a fé e o divino não são derrubados. A meu ver, nunca serão, pois, ao entender a fé e o porquê da sua existência, não teremos nenhum método científico ou não científico capaz de derrubá-la.

PS: em anexo, uma foto do início da sessão da minha 1o tatuagem anos atrás. O tempo passou e hoje já são nove. Quem sabe parei por aqui rsrsrsrs

Boa noite

Régis Barros