Como reconheço uma pessoa boa?

cacultá madre bondade

Hoje, um paciente, por saber que eu escrevo diversos textos/artigos, pediu-me para escrever, brevemente, algo que respondesse ao seguinte questionamento: “como reconheço uma pessoa boa”?

Pensei e, assim, escrevi. Compartilho aqui:

“É mais difícil encontrar do que reconhecer uma pessoa de fato boa. Mas caso você a encontre, compreenda que essa pessoa é boa não pelo desejo de ser bom, mas pela virtuosidade espontânea de gerar bondade. A pessoa boa não precisa se mostrar como um ser bom, visto que, ele já é. Isto é autóctone e inato. Se é natural, a bondade surge em encadeamentos e como consequência do viver dessa própria pessoa. Contudo, se nós não temos, na nossa construção pessoal, essa herança da bondade, poderemos tentar adquirir e replicar muitas coisas boas. Ao final, quem sabe, seremos considerados bons. Então, ao invés de ficar querendo reconhecer pessoas boas, faça diferente: procure ser ou aprenda a ser alguém que virtuosamente e eticamente busca e promove coisas boas e bondade. Ao fazer isto, você trombará noutros homens bons. Eles existem. Eles estão por aí. Alguns poucos bons em essência inata. Outros bons na sequência de entender, concordar e replicar comportamentos bons. Enfim seja bom. Preocupe-se com isto. Procure e reconheça a bondade dentro de ti. Se ela estiver quiescente, acorde-a. Está na hora de despertá-la meu caro, homem bom.”

Boa noite e um salve a todos homens bons

Régis Barros