Há amor num manicômio?
Essa temática repete-se nas minhas reflexões sobre o mundo. Portanto, os manicômios, sua história e o olhar conservador do momento, que tenta revalorizar os macro-hospitais psiquiátricos, estimulam-me a defender o oposto dessas convicções. Nessa nova ordem do mundo, onde o amor é volátil, urge refletir sobre ele, visto que, nós, humanos, podemos ser perigosos. Essa minha reflexão será iniciada com a citação do livro “Do Amor – uma filosofia para o século XXI” do filósofo Luc Ferry. Nessa obra, podemos perceber que caminhamos, nas décadas anteriores, numa tentativa de desconstruir o que é sensível no homem. Desse modo,…