O ser humano é um “ser” movido pelos excessos. Assim, nos excedemos nas compras, no sexo, na comida, nos impulsos, nas drogas e no individualismo.
Nesse contexto, faço um questionamento simples: haveria algum excesso permitido e que não configurasse um conflito ético proveniente de atitudes morais questionáveis?
Acredito que sim – a caridade.
Para caridade, o excesso é permitido! Para caridade, exceder faz bem. Para caridade, quanto mais é melhor. Para caridade, o extrapolar é ético e grandioso.
Então, Francis Bacon foi perfeito ao concluir que “nunca há excesso na caridade (In charity there is no excess)”.
Quem sabe possamos ser mais caridosos e consigamos desfocar de nós para focar mais nos outros.
Bom final de semana a todos
Régis Eric Maia Barros
